É o Ego.
Aquela parte tramada que diz,
Estou neutr@ e Estou bem - quando estou a cair aos bocados.
Levanto a voz proclamando honestidade e verdade que nem eu a pratico,
Fico em silêncio como estratégia para mostrar que estou segur@ e madur@ emocionalmente quando na realidade estou a evitar o desconforto da verdade.
Se não reconheço a crueldade das palavras - e a ausência das mesmas - que me transpiram da boca,
É meio caminho andado para a porta de saída sem que tenha consciência disso.
Compaixão é (muito) necessária.
É difícil apanhar aqueles momentos em que a voz levanta exaltada.
Reparar na ilusão/mentira que se forma e na necessidade e interesse entre o,
Estar cert@ ou Ser Real.
Não depois do estrago ser feito,
Justificado pelas constantes desculpas como meio de evitar sensação de culpa, justificações e explicações infrutíferas mascaradas de crescimento.
Reparar, é possível, mas vira miragem se uma das partes estiver focada em interesse próprio sem informação.
Quando na realidade, é crueldade básica.
Humildade é quando antecipas os danos, não na teoria baseada em conceitos.
Quando páras independentemente de sentir o puxão para reagir.
Amoleces quando apetece ser dur@.
Simplesmente paras quando atacar é vontade.
Escolher não agir em oposição ao reflexo familiar -
Ficar em silêncio
Manter certa distância
Alimentar aquele terreno conhecido da moralidade herdada onde pelo menos;
Estás CERT@ mas sozinh@.
(Infeliz mas com orgulho)
Diferentes homens/mulheres.
As mesmas lutas.
Os mesmos resultados.
Na teoria;
Nem ela nem ele desejam perfeição.
Querem ser amados por quem e como são.
Possível.
Quando defender a ideia da ilusão que são, não tiver (mais) PODER.
